domingo, 18 de outubro de 2009

Rio de Janeiro: Copa é tradição; Recreio é inovação

Aqui não precisa escolher...
Quem disse que o Rio se resume apenas a Copacabana, Ipanema e Leblon? Lembro-me que o bairro há pouco tempo atrás era repleto de areia, vegetação rasteira e pouquíssimos moradores. Lugar deserto e distante como era considerado pelos cariocas; entretanto, com praias lindas e limpas que atualmente faz atrair uma enorme proporção de pessoas para a prática de esportes, moradia ou simplesmente curtir uma bela praia em um fim de semana.


Viva esse "balneário"...
O Recreio dos Bandeirantes ou apenas Recreio, como muitas pessoas chamam este bairro, compreende os trechos de mar que vão desde a Praia da Reserva até Grumari. E entre esses limites está a Praia do Pontal e a Praia da Macumba... bastante frequentadas por surfistas e apreciadores em geral.

Horas e horas para amar e apreciar...nunca mais abandonar!
O acesso a essas praias se dá por carros de passeios e transporte público. Porém, ambientalistas lutam contra o avanço populacional e a construções indevidas que possam ferir a qualidade de vida de seus moradores e visitantes.


Não pode ter prédios altos na orla... ainda bem!
O bairro foi planejado para atender aqueles que procuram sossego e muita natureza sem se distanciar dos grandes comércios e das facilidades da grande cidade. Não é bom demais?!


Mar para todos os lados


Esperança do Rio pela sua beleza e tranquilidade. Com isso, tem crescido rapidamente pela vinda de novos moradores e empreendimentos que cercam a região.


Fresquinho, fresquinho...

Mesmo assim, continua lindo....maravilhoso e cenário para quase todas as novelas transmitidas em rede nacional. Nesta foto, há uma gravação externa de uma novela, realizada pela manhã onde os funcionários, atores, atrizes e moradores se cruzam sem causar qualquer tumulto... pois esse é o charme do Recreio: ser... naturalmente!



Lindo... lindo!
Águas ainda limpas e praia atraente para os que também moram distante desta região, o que faz lotar as areias no verão ou nos finais de semana. Morador sente ciúmes... apego e amor. Quem diria que o Recreio se tornaria um dos belos refúgios dos cariocas?!





Rio de Janeiro...
Rio, eu gosto de você...
Recreio, aposto em você...

Olimpíadas 2016!!!!!!!


Fotos:
Trilhasemfronteiras


domingo, 11 de outubro de 2009

Uma (quase) expedição a Las Caletas

Las Caletas é um recanto chique situado a uma hora de Puerto Vallarta onde celebridades e pessoas que procuram sossego aliados a um lugar bonito para se refrescar.... e se encontrarem por lá!


Arriba!


Um refúgio mágico onde os visitantes só tem acesso de barco, catamarã, lancha ou qualquer embarcação turística.




Águas límpidas e calmas capazes de atrair muitas pessoas não só para dar um mergulho, mas como uma pausa para o almoço ou até mesmo passar o dia pois existem restaurantes à beira da praia aguardando seus clientes encantados com a natureza.



Como disse anteriormente, o acesso é somente por mar e, no caminho, oferece ao turista um mix de fauna e flora pela costa mexicana. Em algumas épocas, é possível ver baleias jubarte e golfinhos desfilando na baía...




Olha que delícia!
E de repente, você chega ao paraíso quase privativo.... e escolhido pelo cineasta John Huston.
No site Vallarta Adventures há uma receitinha de uma deliciosa paella a las Caletas! Confiram...




São muitas atrações nesse pedacinho intocável de natureza: snorkelling, mergulho, passeios de caiaque, contato com os golfinhos, leões marinhos, muitos peixinhos coloridos que cercam este paraíso....




É possível fazer caminhadas pela floresta tropical e ver macacos, papagaios e muitas espécies de plantas que encantam qualquer pessoa!




À noite, o passeio se reserva a shows temáticos e místicos no anfiteatro ao ar livre com tochas e pirâmide imitando um clima de época dos astecas. Boa comida regada a peixes e frutos do mar ainda fazem parte do cenário... tudo isso, levando o turista a uma porção da história das civilizações antigas ao som do mar e o brilho encantador das estrelas.
Fotos:
Google


Fonte:

Vallarta Adventure


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Um Panamá que não vive só de seu canal (I)




San Blas é um daqueles arquipélagos do Panamá que merece atenção. Pensamos em Panamá, logo imaginamos navios, portos e algumas coisas mais. Porém, bem pertinho do Caribe, San Blas está situada a poucos minutos de voo (15 a 20 minutos) da cidade do Panamá e abrange o litoral panamenho com seus lindos coqueiros, praias de areia branca e águas transparentes em tonalidades que vão desde o verde claríssimo até o azul turqueza.




Sossego, lugares paradisíacos e cultura indígena fazem parte do cenário de San Blas. É para quem deseja esquecer o stress diário e mergulhar nesse contexto simplório que abrange aproximadamente 365 ilhas (ou cerca de 400, como alguns preferem dizer) com suas "piscinas"naturais cheias de estrelas do mar...



Um barco, águas claras e calminhas com um clima agradável... algo mais?

As ilhas de San Blas também são chamadas pelos moradores por comarca Kuna Yala (nome da população indígena). Apesar de primitivas, essas ilhas são bastante memoráveis aos que arriscam conhecê-las; justamente para quem gosta de aventura, mar, um pouco de falta de conforto (porque as hospedagens são humildes), peixe, água de côco e muita disposição!



Recifes de corais rodeados pelas ilhas


Os passeios são feitos através de barcos ou canoas e com guias locais representados geralmente por algum membro do povo Kuna. De uma ilha a outra, a ida se resume a praia exótica em torno de seu destino, cabanas de bambu e telhados revestidos com palhas secas (retiradas de coqueiros) , deitar em redes ou não, com ou sem banheiros, comida típica (consiste em frutos do mar, peixes e côco) etc.




Dá para ficar até indeciso(a)... qual dos dois lados devo mergulhar?!


Imaginar que não existe apenas um ilha para conhecer, isso acaba aumentando a curiosidade de qualquer pessoa que goste de estar cercado da natureza nesse estilo...




Paisagem ao balanço de suas palmeiras...

Estar em San Blas lembra aquelas histórias de antigamente... navegando por terras desconhecidas e, de repente descobre-se uma ilha perdida no oceano...




Enquanto algumas ilhas são habitadas, outras são bastante isoladas...

Algum sinal de vida aí, meu amigo?

Isso lembra a aventura de Robison Crusoé...




Que tal tirar foto com uma delas?

Muitas ilhas intactas com uma beleza espetacular e muitas também sem a presença humana.




Um lugar que merece ser chamado de paraíso...
Incrível entardecer...


Divertimento nas águas translúcidas do Caribe...


Dizem que o ideal é visitar San Blas nos meses que compreendem abril a junho, quando a prática do snorkelling e mergulho são bem mais atrativas.






Colocar uma rede e escutar o som do mar...




Quem vai ter problemas de pressão alta morando em um lugar desses?

As águas vão da tonalidade verde bem claro, depois um pouco escuro e intercala com azul turqueza claro e escuro...dá para imaginar?! Confiram algumas fotos no site Jyrich.us (post Panamá - Kuna Indians at San Blas Islands)




Ilhas sem fronteiras...


De todas as ilhas que representam San Blas, algumas são bem favoráveis aos turistas como na Região Carti que dentre algumas ilhas estão, Isla Aguja, Isla Del Diablo, Isla Perro e Isla Pelicano.



Turismo regado a sombra e água fresca...



Desliguem os celulares... aqui é o lugar!

É só pôr uma rede entre dois coqueiros e descansar...

Dog Island possui uma praia que mais parece uma piscina com águas claríssimas e nenhum pontinho escuro... uma ilha mais povoada e onde existe um navio naufragado.

Lugar propício ao romantismo dos adultos...



...e bastante carisma dos habitantes locais

Isla Pelicano


Tecidos muito coloridos e chamados de "mola", trabalho artístico que são produzidos pelas mulheres de Kuna representando formas geométricas e temas mitológicos, interpretações da rotina, animais, etc.


Existe também um comércio que sobrevive ao artesanato e as molas dos Kuna que é uma comunidade indígena pertencente a comarca de Kuna Yala (que recebeu o nome deles) e presente em diversas ilhas de San Blas.
A paisagem tropical refletida na arte colorida e nativa é uma das maneiras do turista levar para casa uma lembrança com alma caribenha e feita pelas mãos dos indígenas da comunidade. As mulheres de Kuna usam roupas com estampas étnicas e bem coloridas, adornos como lenços vermelhos na cabeça, os mesmos tipos de peças que são vendidos para os turistas




Sorriso que demonstra vida longa ao povo Kuna


O povo Kuna controla a região e parte da acomodação rústica feita de palha e bambu que serve aos turistas. É uma nação indígena respeitada e protegida pelos seus direitos no continente americano. O turismo é a fonte de renda principal deste povo.



Representante da cultura Kuna


O turista pode optar também por um tour nessa aldeia tradicional e conviver com os hábitos e a cultura dos Kunas (ou "Kuna" no singular). Eles tem resistido a muitas mudanças ocorridas no mundo porém habitam em um dos lugares mais bonitos do mundo. Cultivam seus antepassados e, por uma razão desconhecida, há um percentual considerável de albinos nessa população. Dizem que quando o bebê nasce albino, eles usam um corante com pigmentação azul para protegê-los do sol.




Fotos:


Lonely Planet

Destination 360.com


Fonte:


Brilhant Tips.com

Guide To Panama. info

Guardian

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Um Panamá que não vive só de seu canal (II)

Bocas del Toro a noroeste do país e próximo de Costa Rica


Esqueçam a criatura ou monstro do Panamá como algumas pessoas denominaram o bicho daquele episódio que aconteceu há pouco tempo no país... o Panamá reúne 9 províncias e diversas ilhas paradisíacas (algumas desabitadas) com suas águas cristalinas, facilidades para esportes como o mergulho e surfe assim como atrações para o ecoturismo.



Diversidade marinha


Uma dessas províncias chama-se Bocas del Toro que faz parte do arquipélago panamenho e de grande atividade turística. Como a população no Panamá é constituída por uma grande parte de mestiços de índios e europeus, em muitas de suas ilhas ainda existem tribos responsáveis pela agricultura, comércio e cultura do local.



Estilo caribenho de Bocas del Toro

Apesar da capital ser fortalecida em sua economia, o turista encontra no país outras cidadezinhas como esta... rústica e farta em vida selvagem. Muitas construções em madeira traduzem a simplicidade do lugar e um pedaço de sua história. No início do século, Bocas era responsável por extensas plantações de bananas que fizeram parte de sua identidade.



Verde e amarelo, lembrando as cores do Brasil

O clima tropical favorece a diversidade de espécies tanto na fauna como na flora. Além dos pássaros, há muitos répteis e anfíbios na ilha tornando a paisagem ainda mais atraente. Aqui estão alguns exemplos de sapos coloridos que habitam suas matas e florestas.



Este aí possui "luvas e sapatos"...hehehehe....

Muitas espécies de golfinhos e mamíferos também são encontrados na ilha. Vi muitas fotos de bichos preguiça assim como diversas aves tropicais que temos no Brasil (araras, papagaios, etc). Coelhos selvagens, iguanas, macacos também fazem parte dessa natureza.

Dentre esses animais, muitos estão no Parque Nacional Isla Bastimentos que contorna as praias da ilha e algumas ilhotas de mesmo nome.



Falhas naturais na costa rochosa que garantem uma linda paisagem...

Suas longas praias apresentam areia branquinha, muitos coqueiros e a água verde bastante clara ou azul turquesa (bastante transparentes!!!).




La isla bonita...

O interessante é percorrer essas ilhas e as inúmeras ilhotas para ver de perto suas envolventes paisagens.
Os pontos turísticos principais são Isla Cólon (mais movimentada) , Isla Carenero e Isla Batimentos ( para quem procura sossego e contato com a natureza), Baía dos Golfinhos e Ilha dos pássaros ( Swan, em frente à Ilha Cólon).




Visual selvagem de uma praia coberta pela sua vegetação tropical (semelhante à Mata Atlântica Brasileira)


Você pode escolher... tomar sol aproveitando essa imensidão cristalina ou se preferir fugir do calor, a floresta lhe proporcionará uma sombra gostosa...



Parece Ilha Grande (RJ)?!


Em muitos passeios devem ser utilizados barcos ou canoas pelo difícil acesso a algumas ilhas.



A natureza é sábia...

Arbusto e um misto de pedra com terra formando um "c"; será que quer dizer, "cuidado"?!




Além dos hotéis, há também restaurantes nesse estilo: dentro da água.
Uns falam que é barato, outros já dizem ao contrário; enfim, só indo para ver e crer!

Uma outra atividade comum para quem fica em Bocas del Toro é a visitação às comunidades indígenas na Ilha Bastimentos. San Cristobal, Popa 2 e Quebrada Sal são as principais tribos a serem visitadas pelos turistas interessados na cultura indígena. Lá as pessoas presenciam os hábitos e costumes dos povos e levam para casa suas experiências enriquecedoras baseadas nos rituais, na pesca e outras formas complementares de sobrevivência.



Detalhe para o barco passando pela formação rochosa...
Foto semelhante a que foi postada acima.
Somente as praias da Ilha de Cólon, Bastimentas e região que abrange Zapatillas (uma praia pequena porém muito bonita e que se refere a uma fruta) encontram-se em mar aberto.



Uma das praias e sua densa floresta tropical
À beira da praia apreciando o mar... comendo peixe e arroz com côco (prato típico da região). Finge que estou aí e pensando em enviar notícias só Deus sabe quando....rs



Olha que formato engraçado... o lugar é tão exótico que nesta foto parece um rosto com os olhos, nariz, uma sombrancelha e a boca sorrindo... para o mar quase infinito!

Onde existe mato... existe uma possibilidade de ecoturismo. E em Boca del Toro há uma série de atividades voltadas nesta finalidade graças aos seus rios, praias, riachos e florestas como o trekking (realizado na Ilha Bastimentos), circuito de carro pela costa (sempre com a possibilidade de paradas e caminhadas em Ilha de Cólon), observação de pássaros como ocorre no Pantanal (MS), mergulho ou flutuação com snorkel (para observar os peixes, recifes de corais, esponjas coloridas e variedade de invertebrados marinhos ) na Baía do Almirante ou nas ilhotas do Parque Marinho.



Águas clarinhas...


Na Praia Bluff (Ilha de Cólon) ou em Long Beach (Parque Marinho) é onde ocorre a desova de tartarugas marinhas e a presença de ambientalistas que trabalham à noite cuidando da preservação dos ninhos da espécie para que predadores não prejudiquem . É possível fazer a observação noturna desses ninhos mas somente com guias especializados na Praia Bluff, famosa também por suas areias douradas. Caminhos de terra dão acesso a essa unidade de proteção ambiental.
Em Zapatillas Keys há opção da prática do snorkelling devido a sua praia rasa ou se quiser algo mais profundo, basta se aventurar mais a frente da arrebentação. Se o mar permitir, há a possibilidade de ver pequenas cavernas e túneis em até 40 m de profundidade.


Muitos recifes de corais... de um lado o mar aberto e de outro, a floresta

Para quem prefere fazer uma excursão de apenas um dia basta seguir o circuito em torno da Baía do Almirante que compreende a Ilha de Cólon, Vila Cristobal e uma curta viagem de barco ou cruzeiro às ilhotas de mangue do Parque Marinho finalizando na Ilha Bastimentos.




Fonte:

Bocas del Toro (oficial)
Bocas-del-toro. org
naturallodge.com
diariodoturismo.com.br
Bocas.com


Fotos:

Tranquilobay.com
Travelblog.org
re-moto.com
tripadvisor.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Espaço Cultural da Marinha (RJ): há mares que vem para o bem.


No Espaço Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro, algumas engenhocas de verdade estão à disposição dos visitantes servindo de museu. Esse espaço da Marinha fica próxima à Praça XV, no centro da capital.
Um enorme submarino, um helicóptero e um rebocador são as principais atrações permanentes neste lugar.



Helicóptero que serve de museu aos curiosos de diversas idades



Piloto concentrado em suas manobras. De brincadeirinha...
Lá dentro existe um televisor contando um pouco de sua história e um funcionário para disponibilizar informações pertinentes



Visual blasè da Ilha Fiscal... e mais uma atração para ser visitada.



Mais uma novidade nesse trecho do mar: a nau de Cabral!

Pedro Álvares Cabral em sua longa jornada... pronto para atender a todos.



Réplica da nau pertencente ao descobridor desses mares...



Tudo indica que será uma exposição também permanente e que encanta desde os mais novos aos mais velhos. Em seu interior há diversos ambientes que nos reportam à época dos descobrimentos. Painés explicativos, indumentárias e o balançar da embarcação nos proporcionam um pouco da sensação de como era viver naquela época sem o conforto, fartura e familiares por perto.



Distração no xadrez, reserva de alimentos em barris, baratas e sacrifícios. Não era fácil...viver assim.



Principais elementos da Nau



O sol querendo aparecer...porém ficou apenas no desejo. Tempo agradável para curtir um programa cultural.



Dia nublado...energia redobrada!



A nau e o submarino, lado a lado: disposição para conhecer tudo!



Réplica de uma fragata dentro do espaço cultural e na entrada do passeio marítimo.



Força braçal para trocentos tripulantes!



Para o alto e avante!


Fotos:

Trilhasemfronteiras

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um pedacinho dos jardins de Nova Petrópolis (RS)

Matriz em Nova Petrópolis


Aqui está o paraíso de Nova Petrópolis... um garden center acolhedor e diversificado na Serra Gaúcha.
Turistas e moradores da cidade dizem que é lá onde são compradas as herbáceas que colorem a praça principal, jardineiras, rótulas e calçadas do lugar.
Fundada pelo imigrante russo Georg Sobestiansky, a Floricultura Úrsula é responsável pelo fornecimento de plantas para toda a região Sul do Brasil.



Na entrada nos deparamos com artigos de jardinagem, artesanato e outros acessórios necessários para serem implantados em jardins, paisagismo ou apenas decorar a casa. Ao chegar no ambiente de mudas com flores, não há quem não fique encantado! Tudo muito arrumadinho e plantas bem tratadas que não nos permitem ficarmos apenas no olhar: precisamos levar um pedacinho deste lugar.



No caminho, simpáticos sapinhos dão o ar de suas graças e enfeitando o ambiente florido da loja. Aliás, um jardim sem sapinhos não é jardim, certo?


Na penumbra, flores muito especiais...


Em plena observação aos detalhes... combinação do amarelo com o marrom. Seria Amor perfeito?!



Linda planta pendente com suas florzinhas rosas e delicadas!



Tudo aqui é muito enfeitado de flores...



...embora existam alguns moldes de animais com suculentas aplicadas: exemplos de que arte não se faz só no papel... ela também está presente na natureza.



Recanto ecológico: lembranças de um jardim japonês



Ervas e temperos prontos para o uso. O fogão já traz a sugestão...



De repente, ao sair do interior da loja, tem-se a amplitude da floricultura. Esse lugar é imenso! Um verdadeiro viveiro... será que vou conseguir ver tudo?


Descendo num percurso de pedrinhas até os viveiros, vamos observando algumas criações interessantes... misturinhas florais!



Dentre as miúdas, o recatado repolho ornamental que é visto aos montes nos jardins da cidade.



Foto tirada por cima da jardineira



Essa parte é responsável apenas pelos pinheiros.
Tudo lá é agrupado em árvores, trepadeiras, suculentas, herbáceas, etc.



Marca registrada na Serra Gaúcha



Como o próprio site da floricultura diz: " quem conhece, não esquece"



O céu azul contribuiu para a beleza do lugar...



... dando sofisticação no meio da paisagem.



Gracinhas coloridas... exemplo de organização



Inspiração nessa delicadeza...



Continuando o trajeto, vemos a combinação perfeita do branco com o verde bem clarinho...parecem artificiais!



Mais uma montagem "rosa bebê"...



Parece um cabelo comprido... na verdade, essa planta dá umas flores bem miudinhas e rosas chamada Rosinha de Sol. Acertei?


Exemplo de sustentabilidade e criatividade: diversas plantas num só espaço, intercaladas em um cano de PVC.
Para quem não abre mão de suas plantinhas porém se dispõe de pouco espaço...




Sentei e admirei...



Caminho para o paraíso



Suculentas conduzidas pelo molde



Segmento de artesanato com muitos vasinhos e coisitas para a casa.
Se os amigos são bem vindos, os clientes nem se falam...



Ao invés de guloseimas, uma boa opção para quem gosta de natureza: uma cesta bastante florida! Essa eu quero...



E é assim que consistem os jardins de Nova Petrópolis... cores românticas onde o resultado é encantador!


Entrada-saída da loja

De longe, parecem pequeninos chumaços de algodão...



... e de perto, flores brancas minúsculas proporcionando um efeito rústico, de "neve" e diferente de nossa cultura brasileira. Que planta é essa?!


Fonte:

Floricultura Úrsula ( Nova Petrópolis - RS)


Fotos:

Trilhasemfronteiras

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Um gostinho diferente de Canela...


Após passar por Gramado, vamos em busca da natureza e belíssimas paisagens representadas por cascatas, vales, diversas trilhas, parques e...


... muitas outras atrações que estão reservadas pelo meio do caminho.


Imaginar Canela é associá-la a passeios ecológicos e, principalmente, a Cascata do Caracol. E pesquisando um pouco mais , descobre-se que existe desde museus bastante interessantes até casas que guardam a história de uma família que passou a representar parte da cidade.




Museu a Vapor, uma fonte do passado que atravessa gerações.



Na entrada, uma réplica do acidente que ocorreu em 1895 na estação de trem em Paris. A cena foi reconstruída de modo que até a fumacinha é de verdade.



Miniatura de uma olaria:
moldagem e fabricação de tijolos a partir da matéria-prima (argila) em tamanho PP!


Mas não se engane que o museu seja movido somente por assuntos ferroviários; lá dentro há representações de tudo que funcionou a vapor durante décadas.

"Volte ao tempo em que o mundo era movido a vapor"



Réplica de uma siderúrgica

Instrutor do museu explicando como se aquece o metal para transformá-lo em barras para o destino de outras propriedades.



A menor fábrica de papel do mundo

A partir da madeira, o visitante vê todo o processo na elaboração de uma massa que dará o formato de papel. Com a energia a vapor, a secagem vai dando passagem ao produto final que é este papel cada vez mais fino e achatado (ao ser "girado" nas roldadas acima). É impressionante ver o trabalho nessa mini fábrica... realidade cheia de detalhes.


Um engenho colonial sendo movimentado pela força animal

Sistema para espremer a cana-de-açúcar em função de seu caldo .
Ainda bem que criaram as máquinas porque dá pena de imaginar o animal sendo usado assim...



Locomóvel em pleno funcionamento



Relógio... a vapor!

Réplica do original que se encontra no Canadá.




Outra foto do sistema da força animal (prefiro dizer, antigo método para extração do caldo da cana)



Arado a vapor


Criado de forma exclusiva e artesanal funcionando em uma mini fazenda



Também captei este mini chimarrão... símbolo do sul do Brasil!



O arado mais de perto... com todo mundo trabalhando!


Empresa de bens duráveis... e suas antiguidades!



Foto da extenção da mini fábrica de papel: trabalhando a todo vapor!




Retrato de uma família de imigrantes italianos

Detalhe para a roda vermelha onde o cachorro prepara o "assado" da casa. Ao girar em função da linguiça (pois seu desejo é de comê-la), o cachorro provoca força fazendo movimentar o frango "cru" que está na lareira. Tadinho do bicho... que maldade gente! Cadê a família para fazer uma forcinha?!



Na lojinha, o exemplo da galhada... haja chifre!



Maleta bonitinha... na porta da lojinha.



Av. Osvaldo Aranha

Local gostoso para se comer um big pastel (Pasteleiro)




Florybal, loja de chocolates, ao lado de uma linda casinha verde


Festa Colonial de Canela / Expo Canela (17 julho/09 -02 agosto/09)

Toda a cidade estava enfeitada com essa guirlanda nos postes para a festa de inverno! Lá os visitantes encontraram produtos coloniais, gastronomia e shows folclóricos.


Centro de Canela

Lojas de roupas e decoração, restaurantes, lanchonetes, etc.


Muitas bolinhas vermelhas... o que será?!



Pousada rústica



Pensei que fosse a casa do Papai Noel...

" De origem alemã e italiana, o canalense preserva um estilo bem particular de viver, valorizando as coisas simples da vida."



Enfeite exuberante da Expo Canela numa das rótulas da cidade: tudo muito limpo e organizado!



Próxima a rótula, tema da locomotiva em um restaurante



Em frente a Catedral de Pedra




Catedral Nossa Senhora de Lourdes

Em frente há um belo jardim com muitas pessoas tirando fotos. Contudo, descobri muito depois que próxima a calçada há plantas moldadas com o nome da cidade.



Ponto turístico belíssimo e visto por vários pontos da cidade. Sua construção foi feita no estilo gótico inglês proporcionando um ar de mistério aos visitantes!



Pôr-do-sol no Castelinho, localizado na Estrada do Caracol



Castelinho ao anoitecer...




Castelinho versão matinal...

Essa casa foi uma das primeiras residências em Canela. Construída com madeira de Araucária foi utilizado nela apenas encaixes e parafusos, sem pregos. Em 1913 foi transformada em museu e casa de chá.


As pessoas quando visitam este lugar se encantam pela história da casa, beleza e tradição mesmo sem saborearem o tão famoso apfelstrudel de maçã.



Comidinha típica da casa



Entretanto, visitar o Castelinho e não provar o famoso prato da casa é como passar sorrateiramente e não dar chance ao paladar.
Com chá, creme de nata ou sorvete, uma boa pedida que faz parte do passeio, ou seja, parada obrigatória do visitante de primeira viagem.



Essa casinha é uma loja que fica ao lado do Castelinho onde é encontrado muitos artigos para casa, geléias, antiguidades, souvenirs em estilo alemão, velas aromáticas, etc.



No caminho, algumas plaquinhas fofas...


Outra foto que prova o convite irresistível para entrar... simples mas aconchegante!



Serraria próxima ao Arroio Caracol (e ao lado da lojinha)



Distância entre o Castelinho e a sua lojinha



Em frente à Serraria está a passagem para um campo com um lago muito bonito



E o rio passando por baixo...



Sistema de... irrigação?! Ou força para levar a água adiante. Uma enorme "colher" de madeira dando um toque rústico ao lugar.



Continuação do rio...



Os fundos do Castelinho



E do outro lado...

À esquerda há um lago bastante bonito formando uma espécie de represa.



Casinha tradicional em Canela (Estrada do Caracol)


Reino do Chocolate: espaço temático da fábrica de chocolates Caracol



Representação da fábrica de chocolate. Acima o chocolate em formato de celular.



De brincadeirinha...



... mas as raspinhas de chocolate branco são de verdade!

No caminho é possivel ver figuras, caravela, personagens e toda a história do chocolate, dos seus primórdios da oferenda aos Deuses até sua utilização na atualidade. A impressão é que estamos em uma casa de festas de tão colorido que é.
Saindo do ambiente cheio de luzes e cores, um bistrot nos surpreende com uma vista maravilhosa. Você pode saborear um chocolate quente sentado em uma das xícaras (uma mistura de cadeira com poltrona) e apreciar uma bela paisagem. Depois desse ambiente, o visitante se depara com a loja de chocolates para todos os gostos, desde os mais exigentes até os desejos mais simples.



Fonte:

Castelinho (Canela)

Fotos:

Trilhasemfronteiras